ERMELINDA DO RIO, nocturno para voz e concertina de João Monge

Digressão

23 NOV | Cine-Teatro de Estarreja

30 NOV | Ateneu Artístico Vilafranquense

20 DEZ | Forum Municipal Luísa Todi

fotos Vitorino Coragem
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AS CADEIRAS de Eugène Ionesco

Teatro da Terra acolhe o Teatro do Bairro

Encenação – ANTÓNIO PIRES Tradução – FÁTIMA FERREIRA e LUÍS LIMA BARRETO Com – CARMEN SANTOS, LUÍS LIMA BARRETO, RAFAEL FONSECA Música – MIGUEL SÁ PESSOA    Cenografia – ALEXANDRE OLIVEIRA Figurinos – LUÍS MESQUITA Desenho de luz – RUI SEABRA Desenho de som  – PAULO ABELHO e MIGUEL SÁ PESSOA

Movimento – PAULA CARETO Construção cenário – FÁBIO PAULO Caracterização e produção executiva – IVAN COLETTI  Mestra costureira – ROSÁRIO BALBI Fotografia de cena – MIGUEL BARTOLOMEU Operador de luz – JOSÉ CAMACHO  Operador de som – DIOGO NETO Grafismo – MÁRIO SOUSA SABINO Ilustração – JOANA VILLAVERDE  Direcção de cena – HUGO MESTRE AMARO Vídeos de cena – ANTÓNIO PINHÃO BOTELHO Comunicação – MARIA JOÃO MOURA Administração de produção – ANA BORDALO Produtor – ALEXANDRE OLIVEIRA Produção – AR DE FILMES/ TEATRO DO BAIRRO

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA  M/12   DURAÇÃO APROXIMADA 90 minutos

AS CADEIRAS é a terceira peça de Eugène Ionesco, publicada em 1953, depois de A Cantora Careca e A Lição, sendo considerada uma das suas obras-primas e um belo exemplo do seu teatro do absurdo. A peça repousa sobre uma ambivalência desconcertante, oscilando permanentemente entre o cómico e trágico, o sonho e o pesadelo. O mestre do teatro do absurdo, para quem “o cómico é trágico e a tragédia do homem, irrisória”, via esta peça como uma “farsa trágica”.

Em Entretiens avec Ionesco (Conversas com Ionesco) de C. Bonnefoy em 1966, o dramaturgo explica que o projecto de As Cadeiras lhe apareceu a partir de uma imagem: “Tive primeiro a imagem de cadeiras, em seguida de uma pessoa trazendo a toda a velocidade cadeiras para o palco vazio. Tinha primeiro esta imagem inicial, mas não sabia nada o que isso queria dizer (…) Pensei: “ Cá está, é a ausência, é o vazio, é o nada. As cadeiras ficaram vazias porque não há ninguém” (…) O mundo não existe de verdade. O tema da peça era o nada e não o falhanço.”

Trata-se portanto de uma imagem, uma estética, a das cadeiras vazias, à qual se junta a visão da existência como de um vazio ontológico, que está na origem da peça. Não é um projecto longamente trabalhado, mas de uma escrita espontânea, a partir de uma imagem obsessiva.

Em 1987, durante uma entrevista, Ionesco resumiu os temas evocados na peça: “ obsessão da velhice, falhanço da vida e horror da morte”  (Théâtre  Complet d’Eugène Ionesco, Bibliothèque de La Pléiade,1991, Paris; dossier, pág. 1532). O autor volta ao carácter anedótico dos acontecimentos narrados: a intriga só tem a finalidade de representar uma situação existencial, através de uma abordagem que recorre ao não-verbal e que, consequentemente, só se pode realizar plenamente num palco, para lá do texto.

“Não há ninguém à nossa volta, ninguém no mundo, num mundo evanescente que desaparece, que deve desaparecer. Para onde passou o passado? Nada mais existe, o que quer dizer, nada mais existirá. Os dois velhos que estão em cena são eles próprios quase inexistentes. Só lá estão para manipular as cadeiras, dezenas de cadeiras, e não para exprimir o vazio ontológico, que é o verdadeiro assunto da peça. Estes dois velhos são falhados sociais e irrisórios mas entre eles há o amor. E neste mundo só há duas essencialidades: o amor e a morte. Quer dizer que o amor pode matar a morte”. Eugène Ionesco

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SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO de William Shakespeare

encenação  MARIA JOÃO LUÍS      tradução  MARIA JOÃO ROCHA AFONSO    composição e direcção musical   JOSÉ PEIXOTO            caracterização e adereços   CIDÁLIA ESPADINHA       desenho de luz   PEDRO DOMINGOS

com – BEATRIZ MAIA, DINIS GOMES, FILIPA MATOS ROSA, HELDER AGAPITO, JOSÉ LEITE, LEONOR WELLENKAMP CARRETAS, MÁRCIA ACRDOSO, MARIA JOÃO LUÍS, TADEU FAUSTINO e BASAREU PRATES, FILIPE GOMES, JOSÉ SILVA, RUI GORDA

e os músicos – ANA AMARAL – voz    ANA CAROLINA RODRIGUES – violoncelo            JOSÉ PEIXOTO – guitarra     MARC PLANELLS – cítara      SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR – contrabaixo       TIAGO SANTOS – percussão

produção   RITA COSTA     assistência de encenação   ANA AMARAL      pintura do cartaz   JOANA VILLAVERDE    fotografia de cena   VITORINO CORAGEM     design gráfico   CLARISSE RICARDO, assistência de produção   FILIPE GOMES     direcção de produção    PEDRO DOMINGOS       M/6

18 a 20 de Outubro de 2019 – Teatro Cinema de Ponte de Sor

copyright Vitorino Coragem

(fotos de ensaio de Vitorino Coragem)

FOTOS DE ENSAIO © VITORINO CORAGEM

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ERMELINDA DO RIO, nocturno para voz e concertina de João Monge

encenação MARIA JOÃO LUÍS                                                                                                  música para três contrabaixos  JOSÉ PEIXOTO                                                                        com   MARIA JOÃO LUÍS e os músicos MIGUEL LEIRIA PEREIRA, SOFIA PIRES, SOFIA QUEIROZ ÔRE-IBIR   cenografia JOSÉ CARRETAS    desenho de luz PEDRO DOMINGOS

produção RITA COSTA    assistência de encenação e design gráfico CLARISSE RICARDO  pintura do cartaz SOLEDAD LAGRUTA      fotografia de cena VITORINO CORAGEM  assistência de produção FILIPE GOMES   direcção de produção PEDRO DOMINGOS  M/12

7 a 16 de Junho de 2019 – Teatro Cinema de Ponte de Sor                                                              

copyright Vitorino Coragem
Fotos de ensaio de Vitorino Coragem

 

Ponte de Sor de 7 a 16 de Junho

Alter do Chão 21 de Junho

Lisboa, Teatro do Bairro de 25 a 30 de Junho

Fotos Vitorino Coragem

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CATAMARÃ de Ana Lázaro

TEATRO da TERRA acolhe TEATRO do ELÉCTRICO


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O ARRANCA CORAÇÕES a partir de Boris Vian

TEATRO da TERRA acolhe PROPOSITÁRIO AZUL

28 FEV e 1 MAR 2019

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ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS a partir de Lewis Carroll

©ALÍPIO PADILHA E ©FILIPE FERREIRA

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O MISANTROPO de Molière

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A FLOR DA HONESTIDADE de autor desconhecido

Copyright Pedro Domingos

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