A Maluquinha de Arroios de André Brun

 

A Maluquinha de Arroios

de André Brun

Baltazar Esteves, o “Esteves do Bacalhau” fez fortuna ao balcão a vender bacalhau, grão e batatas. É casado com a Capitulina e tem um filho e uma filha. O filho é um poeta, a filha lá conseguiu casar com um visconde. Baltazar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um, em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam “a maluquinha de arroios”. Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça. E isso vai acontecer ao Baltazar, ao filho e ao genro. Para aumentar a confusão e as trapalhadas, há ainda a D. Perpétua, manicura, calhandreira e alcoviteira; Aniceto Abranches, um procurador romântico; o pai da maluquinha, um estroina do pior; a mãe da maluquinha, meia louca e apaixonada, vários criados e ainda um macaco que se enfurece quando chove.

 

Artur – Rui Gorda, Esteves – João Didelet, Capitolina – Elsa Galvão

 

 

 

André Francisco Brun nasceu em Lisboa a 9 de Maio de 1881 e faleceu na mesma cidade a 22 de Dezembro de 1926.De ascendência francesa, André Brun, militar formado pela Escola do Exército, foi um humorista e escritor português cuja vasta obra literária abrange o teatro, a crónica e o conto, retratando sobretudo a vida lisboeta e os combates na primeira grande guerra.No domínio do teatro, duas das suas peças sobressaem pelo apuro da carpintaria teatral e imaginação cénica “A Vizinha do Lado” (1913) e “A Maluquinha de Arroios” (1916), comédias sabiamente construídas e com uma técnica impecável que denotam uma forte influência de Labiche e Feydeau.”A Maluquinha de Arroios”, uma comédia de costumes estreada em 1919 no Teatro República com Ângela Pinto, Chaby Pinheiro e todos os “monstros sagrados” da idade de ouro do teatro português e que foi nos anos sessenta um enorme sucesso da grande actriz Mirita Casimiro, em Cascais. Obra adaptada para televisão (1977 e 1997) e para cinema em 1970, numa realização de Henrique Campos.

 

 

Encenação Maria João Luís

Interpretação Amélia Videira, André Nunes, Elsa Galvão, João Didelet, Inês Pereira, Luís Esparteiro, Maria João Luís, Miguel Sopas, João Fernandes, Ligia Braz, Patrícia Sanganha, Rui Gorda, Teresa Sanganha

Participação Especial Cremilda Gil

Música Orquestra Ligeira de Ponte de Sor sob a direcção de Maestro Luís Bonito

Cenografia Maria João Luís

Coreografia Ana Rita Vieira

Figurinos Mafalda da Costa

Cabelos e Maquilhagem Nuno Gomes

Desenho de Luz e Direcção de Produção Pedro Domingos

Assistente de Encenação Vânia Lavado

Assistentes de Produção Pamela Pedroso e Filipe Peraboa

Costureira Maria Rosa Henriques

Design de Joalharia Jorge Do Vale

Design Gráfico Pedro Mau

Construção e Montagem Cenográfica João Mesquita e Paulo Jorge Dias

Estagiárias Joana Praia e Patrícia Mateus


Orquestra Ligeira de Ponte de Sor

Afonso Bonito, Alexandre Martins, Andreia Correia, António Tavares, Bruno Marquês, Clara Prates, Diana Fortio, Fábio Faria, Humberto Correia, Jéssica Pina, João Basilio, João Oliveira, João Rebelo, Manuel Marques, Margarida Inácio, Maria Inês Raposo, Miguel Salgueiro, Nuno Esperança, Pedro Dias Pereira, Ricardo Rodrigues, Rita Nanque, Sofia Marques, Soraia Soares, Teresa Salvador, Teresa Capitão, Teresa Marques, Tiago Martins, Vânia Barroso, Vitor Hugo Lopes, Maestro Luis Bonito

Grupo de Danças de Salão do Teatro da Terra

André Lopes, Cláudia Galdencio, Daniel Brigolas, Diogo Martins, Filomena Pais, Inês Gaspar, João Raposo, Marco Paulo, Mariana Alexandre, Miguel Galdencio, Milena Ferreira, Rita Sofia, Sandra Rodrigues, Tiago Almeida

Figuração

Aurora Monteiro, Inês Pereira, João Martins, Joaquim Rocha, Margarida Martins, Patrícia Matos, Ricardo Pincel, Rosária Nunes

M/6

Jerónimo Martins – Luis Esparteiro, Alzira de Menezes – Maria João Luís

TEATRO CINEMA DE PONTE DE SOR

DE 7 A 18 DE ABRIL

QUARTA A SÁBADO 21H30   | DOMINGOS 17H00


Informações e Reservas:

96 771 05 98 (Horário de Atendimento – 14h00 às 18h00)

242 292 073   (Horário de Atendimento – 14h00 às 18h00)

teatrodaterra@gmail.com


Alzira de Menezes - Maria João Luís, Esteves - João Didelet

O Teatro da Terra recria neste espectáculo o ambiente de um cabaret de início do século XX, com o suporte sonoro de uma orquestra ligeira, conjugado com o grupo de Danças de Salão, reportando toda a acção dramática para os loucos anos 20.

A aliança entre um elenco de profissionais de reconhecido valor artístico, e a motivação dos outros 60 dançarinos, músicos e figurantes garante-nos um espectáculo cheio de movimento, alegria e boa disposição.

Perpétua – Inês Pereira, Capitolina – Elsa Galvão
copyright Teatro da Terra

Baltazar Esteves, o “Esteves do Bacalhau” fez fortuna ao balcão a vender bacalhau, grão e batatas. É casado com a Capitulina e tem um filho e uma filha. O filho é um poeta, a filha lá conseguiu casar com um visconde. Baltazar Esteves é também dono de vários prédios em Lisboa, entre os quais um, em Arroios, onde vive Alzira de Meneses, a quem todos chamam ” a maluquinha de arroios. Alzira de Meneses, para além de ser um pouco destrambelhada é também uma mulher deslumbrante por quem todos os homens perdem a cabeça. E isso vai acontecer ao Baltazar, ao filho e ao genro. Para aumentar a confusão e as trapalhadas, há ainda a D. Perpétua, manicura, calhandreira e alcoviteira; Aniceto Abranches, um procurador romântico; o pai da maluquinha, um estroina do pior; a mãe da maluquinha, meia louca e apaixonada, vários criados e ainda um macaco que se enfurece quando chove.
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